Amigo,
Conheço suas manias de cor
Suas risadas e suas palavras inventadas
Sei do que gosta de fazer
E estive aí quando precisou
Mas agora está longe
E, eu sem defesas, só posso documentar
Pra ver se consigo dormir
Se fosse uma música, seria melancólica
Com notas graves e que provavelmente tocaria alguém
Talvez que já tenha passado por isso
Mas comigo é a primeira vez
E nunca saberei a melhor maneira de lidar
A verdade é que nunca consegui expurgar isso de mim
Essa sensação de gritar e dizer que sinto sua falta
Toda noite de tempos e tempos me acontece
E a piada é que acontece nas melhores famílias
Eu não aguento mais!
Sinto sua falta, sabia?
Sei que foi melhor pra você
Mas o que eu posso fazer?
Minhas lágrimas são frequentes
Já passei por tanta coisa
E você sabe como sou forte
Mas é que sempre te tive aqui
Para recarregar ou para transferir minha preocupação a você
Posso me virar por aí mas não saber ajudá-lo me dói mais
E como faz agora?
Me ensina?
Quem vai me fazer parar de soluçar
Minha gargante está presa e mal consigo respirar
Meus olhos já doem
Mas tenho que chorar em silêncio
Não tenho mais a quem recorrer
Sempre penso que poderia ter me dedicado mais a ti
Tenho medo de...
Queria te pedir que não fosse embora nunca
Mas não posso ser tão egoísta
Como isso é possível?
Os lenços de papel se acumulam
Isso não passa
E essa noite terei pesadelos
Vejo às horas e me assusto
Daqui a pouco amanhece e eu serei flagrado
A música toca várias vezes
E isso não é normal
O para sempre é uma mentira que dói
E eu só queria dormir.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Maçã.
Suas expressões tomam contornos artísticos quando você sorri. Há uma harmonia ímpar; uma singeleza rara. É como se todo o seu rosto se preparasse para à apresentação do seu sorriso, e na mais pueril analogia, seus lábios - vermelhos demais para qualquer mortal - se abrem como uma cortina de teatro, e não seria forçado dizer que o brilho é o mesmo de um ator iluminado. Você tem um olhar que não me deixa ter dúvidas do que você quer. Você joga com todo esse charme, e eu parado ali, pareço um garoto que se perdeu dos pais. Você me tem nas suas mãos e abusa disso. Quando passa, seus cabelos provam que há um complô. Uma conspiração para me tirar das bases, e eu caio. Quando se aproxima e me pergunta qualquer coisa, sou incapaz de jogar, apenas digo o que se passa aqui em meio a essa confusão. Você sorri da minha sinceridade, diz que está extinta, eu me recomponho. Você se vai e exala uma sensação de que a aproximação é iminente. Eu fico tentando te desvendar, e é impossível não pensar no teu balanço. Sim, suas pernas me chamam para o contato. Você olha e me vê te desejando, agora seu sorriso é diabolicamente sensual. O lugar é propício. Você sabe, eu sei, mas eles nunca saberão.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
E quem limpará essa sujeira?
O carro está desgovernado
100 km, 150 km...
Irá bater!
Não há nada que possa impedi-lo
Nada do que possa pensar
A questão não é essa
Seus planos não terão efeitos, seu tolo.
Quantos segundos você acha?
Por sorte a rua está vazia, né?!
Ou gostaria de estragar alguma coisa antes?
Alguma vida?
Se você for, por que não levar alguém?
Esse pensamento é o mais normal!
Não tente se jogar
Isso só pioraria tudo.
É bem provável que bata a cabeça e morra
Que pena.
Sujaria a rua
Pense em quem terá que limpar
Você não tem compaixão?
O carro está desgovernado
100 km, 150 km...
Te concedo alguns segundos
No que quer pensar?
Em pessoas?
Por que elas mereceriam?
Foi graças a uma delas que você está nessa situação, lembra?
Não tem raiva?
Não, não quero ouvir
Não é problema meu.
Gastará seus últimos segundos rememorando?
Acho que perdemos um terço nesse papo inútil
Gasta-se mais da metade pensando... Sempre foi assim.
Cuidado! Cuidado! Ah...
Hahahhaha Brincadeira.
Te assustei?
Mas pelo menos, vi em ti uma ameaça de reação
Foi o instinto!
Por que não o utiliza?
O carro está desgovernado
100 km, 150 km...
O tempo está se esgotando
Agora realmente está, antes era só para botar pilha.
Sei sei... Por que sinto prazer nisso?
Você saberá se escapar!
No que está pensando?
Não temos tempo pra isso.
Ou temos até demais...
É um paradoxo!
Mas aconselho que te preocupes
É sobre sua existência?
Qual o sentido?
Ah, corta essa.
Algo tem sentido nessa vida, já teve alguma vez?
Teria um motivo de você estar aqui?
Então, convenhamos, não é esse o caminho
Uma pista?
Não.
O tempo acabou!
E quem limpará essa sujeira?
O carro está desgovernado
100 km, 150 km...
100 km, 150 km...
Irá bater!
Não há nada que possa impedi-lo
Nada do que possa pensar
A questão não é essa
Seus planos não terão efeitos, seu tolo.
Quantos segundos você acha?
Por sorte a rua está vazia, né?!
Ou gostaria de estragar alguma coisa antes?
Alguma vida?
Se você for, por que não levar alguém?
Esse pensamento é o mais normal!
Não tente se jogar
Isso só pioraria tudo.
É bem provável que bata a cabeça e morra
Que pena.
Sujaria a rua
Pense em quem terá que limpar
Você não tem compaixão?
O carro está desgovernado
100 km, 150 km...
Te concedo alguns segundos
No que quer pensar?
Em pessoas?
Por que elas mereceriam?
Foi graças a uma delas que você está nessa situação, lembra?
Não tem raiva?
Não, não quero ouvir
Não é problema meu.
Gastará seus últimos segundos rememorando?
Acho que perdemos um terço nesse papo inútil
Gasta-se mais da metade pensando... Sempre foi assim.
Cuidado! Cuidado! Ah...
Hahahhaha Brincadeira.
Te assustei?
Mas pelo menos, vi em ti uma ameaça de reação
Foi o instinto!
Por que não o utiliza?
O carro está desgovernado
100 km, 150 km...
O tempo está se esgotando
Agora realmente está, antes era só para botar pilha.
Sei sei... Por que sinto prazer nisso?
Você saberá se escapar!
No que está pensando?
Não temos tempo pra isso.
Ou temos até demais...
É um paradoxo!
Mas aconselho que te preocupes
É sobre sua existência?
Qual o sentido?
Ah, corta essa.
Algo tem sentido nessa vida, já teve alguma vez?
Teria um motivo de você estar aqui?
Então, convenhamos, não é esse o caminho
Uma pista?
Não.
O tempo acabou!
E quem limpará essa sujeira?
O carro está desgovernado
100 km, 150 km...
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Segundo semestre de 2011.
Namorados para sempre (2010) 8.5
Drive (2011) 8.5
Vencedor, O (2010) 8.0
Beijo roubado, um (2007) 6.5
Malu de Bicicleta (2009) 7.0
Muita Calma Nessa Hora (2010) 1.0
Árvore da vida, A (2011) -
Antes Que o Mundo Acabe (2009) 6.0
Terminal, O (2004) 6.0
Pequena Miss Sunshine (2006) 8.0
Foi Apenas um Sonho (2008) 9.0
Kick-ass - Quebrando Tudo (2010) 7.0
Zumbilândia (2009) 8.5
Embriagado de Amor (2002) 7.5
Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas (2003) 7.0
Tiros em Columbine (2002) 8.0
Superbad - É Hoje (2007) 7.5
Casa de Pequenos Cubinhos, A (2008) 9.0
Ponte, A (2006) 8.0
Sangue Negro (2007) 7.5
Estrada Para Perdição (2002) 8.0
Alfie - O Sedutor (2004) 6.5
Super 8 (2011) 6.5
P.s.: Não há uma nota válida para A Árvore da vida, talvez esse filme sirva para repensar o modo de avaliação.
Drive (2011) 8.5
Vencedor, O (2010) 8.0
Beijo roubado, um (2007) 6.5
Malu de Bicicleta (2009) 7.0
Muita Calma Nessa Hora (2010) 1.0
Árvore da vida, A (2011) -
Antes Que o Mundo Acabe (2009) 6.0
Terminal, O (2004) 6.0
Pequena Miss Sunshine (2006) 8.0
Foi Apenas um Sonho (2008) 9.0
Kick-ass - Quebrando Tudo (2010) 7.0
Zumbilândia (2009) 8.5
Embriagado de Amor (2002) 7.5
Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas (2003) 7.0
Tiros em Columbine (2002) 8.0
Superbad - É Hoje (2007) 7.5
Casa de Pequenos Cubinhos, A (2008) 9.0
Ponte, A (2006) 8.0
Sangue Negro (2007) 7.5
Estrada Para Perdição (2002) 8.0
Alfie - O Sedutor (2004) 6.5
Super 8 (2011) 6.5
P.s.: Não há uma nota válida para A Árvore da vida, talvez esse filme sirva para repensar o modo de avaliação.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Romântico obsoleto.

E o que você esperava?
Que abdicassem como você?
Que não sentissem a necessidade que você não sente?
E que esperassem algo que você nem sabe o que é?
Quanta ingenuidade!
Ninguém deseja pagar o alto preço
É alto demais.
O corpo padece quando a mente é fraca.
E mesmo quando não for,
Há necessidade é maior que a vontade!
Nem imaginam um outro reinício, é apenas o cíclico.
Só o cíclico existe.
Fugir daria trabalho...
Não pense mais que estão dispostos
Não é um tratado de liberdade, é a vida na forma mais bruta e avassaladora.
O biológico decide
E se você sofre, é porque é um romântico obsoleto.
domingo, 18 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Desesperança.
O barulho do relógio me incomoda. É como se salientasse que o tempo passa, passa e passa. Cada cravada é como uma pontada aqui. O tempo está frio demais para quem já não está tão feliz; é perigoso. Assisto filmes e mais filmes, como subterfúgios. Tento transformar tudo o que vejo em poesia, mas a poesia já se foi. Está tudo cinza, e não há a mínima previsão de melhora. Ficar acordado já não tem mais tanta graça. Pelo menos se eu dormir posso ter um daqueles sonhos bizarros, ou agridoces...
Me acorde quando a primavera chegar.
Me acorde quando a primavera chegar.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Andar sem destino pela cidade; rolar na grama sem vaidade.
Vontade de
Talvez eu vá, lembre e relembre
Caia e levante
E antes de escurecer
Volte para os mesmos buracos sem fim
Aliás, está frio e estou vulnerável
Preciso do calor, do abafado, do alado
De sentir, rir, sorrir!
Talvez eu vá, lembre e relembre
Caia e levante
E antes de escurecer
Volte para os mesmos buracos sem fim
Aliás, está frio e estou vulnerável
Preciso do calor, do abafado, do alado
De sentir, rir, sorrir!
sábado, 13 de agosto de 2011
Simplicidade.
Me perco entre as curvas de um lugar que nunca fora visitado. As cores reinam nas fachadas e à vontade de olhar uma a uma, impera. Viajo na velocidade permitida pelas leis do homem, e tento não perder nenhum detalhe. Desconheço tudo e, ao mesmo tempo, me sinto em casa, completamente à vontade! Ah, aquele bem estar! Os rostos não tem cadastro em meu banco de memória, mas agora precisarei de mais espaço. Os sorrisos, adoráveis surpresas! Tento me acostumar ao barulho das gargalhadas, que são constantes. Assumo outras vontades e me enquadro em horários não habituais. Me sinto fora de mim, e isto me faz bem! E mesmo tendo aprendido coisas novas, posso dizer com a mais perfeita lisura: o que mais me chamou a atenção foi a simplicidade!
domingo, 24 de julho de 2011
Dormir.
Se eu dormir posso me perder por aí em outro plano. Quimera um lampejo da fantasia que eu via - ou talvez criasse - aqui fora. Se eu dormir que dure um longo período, talvez longo até demais para que subverta esta vontade de mudar, mas antes de dormir preciso saber: Angústia tem remédio?
Os porquês.
Eu uso todos os porquês, não somente os da gramática, mas todos que estão no plano do irreal quando me refiro ao passado. Ora uso quando não aceito - comigo mesmo e com Deus -, nas milhares de vezes que se interessam; quando finjo pra mim mesmo que tudo já passou... E contigo quando pergunto: Angústia tem remédio?
Cheiro de vida.
Sinto falta do cheiro de vida.
Meu olfato me alerta sobre o dia que terei, mas há tempos ele nada detecta. Nem leves aromas que outrora me levariam a lugares misteriosos, que me perderia... Nada! Sentir algo ruim é triste, mas não sentir é angustiante! Estou mendigando um aroma por aí. Pode ser o mais simples e vagabundo. Alguém? Eu devolvo, só quero por 4 segundos, só... Se não se tiver, pelo menos me responda: Angústia tem remédio?
Meu olfato me alerta sobre o dia que terei, mas há tempos ele nada detecta. Nem leves aromas que outrora me levariam a lugares misteriosos, que me perderia... Nada! Sentir algo ruim é triste, mas não sentir é angustiante! Estou mendigando um aroma por aí. Pode ser o mais simples e vagabundo. Alguém? Eu devolvo, só quero por 4 segundos, só... Se não se tiver, pelo menos me responda: Angústia tem remédio?
terça-feira, 19 de julho de 2011
.
- Você se arrepende?
- Não há um dia sequer... Não há uma manhã de sol que eu não me imagine em outra situação, mas é a vida, não é?
- Se você pudesse... O que faria diferente?
- Te diria que as noites também.
- Não há um dia sequer... Não há uma manhã de sol que eu não me imagine em outra situação, mas é a vida, não é?
- Se você pudesse... O que faria diferente?
- Te diria que as noites também.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Tudo se completa, mareia.

E quando o mar olha para si,
e vê que perde espaço para à areia...
A branca e suave areia que insiste adentrar o mar
Percebe o menino brincando,
fazendo castelos magníficos, com um sorriso belissímo em sua face, preferindo à pálida e seca areia, que o azul e molhado mar.
Logo um sentimento leviano toma conta.
Sua ira é demonstrada ao piscar os olhos de uma forma mais rápida,
que invade à disputada areia, destruindo tudo que está de pé feito com ela.
Assusta todos desatentos a sua fúria.
Ele em seu íntimo pensamento, acredita que se toda areia estiver coberta, todos vão preferir ir ao seu encontro, e já que estão molhados...
Por que não um mergulho?
Com o caminho livre, todos apreciarão as inúmeras vezes que, com glamour, pisca os olhos, com um efeito espécie de onda, uma onda de cor azul.
O mar mesmo sendo durão desaba ao falar desse assunto:
- Todos disputam um lugar em seu colo. Todos querem o melhor lugar. Muitos nem entram, nem se molham, mas ficar nela todos ficam! E os esportes praticados... Ela tem mais amigos do que eu; todas as mulheres que não podem molhar seus cabelos ficam até ao entardecer. Se sinto ciúmes? Sim! Ainda mais dos luais, que são feitos com a sua cumplicidade.
Com sua revolta quase que mortal, às vezes se deprime, se acha inferior...
O que o leva, depois de muita choro, a seu estado de ressaca.
Mal sabe o que se passa do lado de cá...
Ela, adentra nele todas às vezes, para saber como é abraçar o mundo, cada vez que ele, com seu belissímo movimento de abrir e fechar os olhos, vem espionar à costa...
E ainda volta com mais vida!
Sua virilidade e sua iniciativa são a inveja dos imóveis.
A areia tem cíumes de sua cor, que enche os olhos de todos.
Não gosta do seu efeito devastador: quando menos se espera, com a ajuda do sol que esquenta, toma todos os seus amigos como uma espécie de imã.
Quando se vê, já está só!
Com sua fala tímida, ela desaba:
- Todos se vão quando o sol bate, todos querem se refrescar. Além do mais ninguém vem para me ver, todos vem para ver o mar; para um mergulho.Eu tenho tanto cíumes dele, por viajar o mundo; por atravessar continentes; de ser tão cheio de vida. Eu só fico aqui parada, e no final de tudo fico com o rastro de todos, até ele devolve a mim qualquer coisa que não aceita.
E assim, com a junção das magnitudes, se forma a praia.
Sem ele, ela não seria tão disputada.
Sem ela, ele não passaria de água.
Tudo se completa.
Herácliton Caleb
quarta-feira, 6 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Dúvida.
Queria escrever algo da qual eu me arrependesse amanhã.
Mesmo que o momento seja maior do que as palavras, com elas eu posso mostrar o rastro.
Mas não vou!
Depois teria que dizer que estava bêbado, e aí está o problema: Eu não bebo!
Assim tudo seria a mais pura verdade escancarada, e eu me entregaria.
Não, não.
Eu aguento mais!
Mesmo que o momento seja maior do que as palavras, com elas eu posso mostrar o rastro.
Mas não vou!
Depois teria que dizer que estava bêbado, e aí está o problema: Eu não bebo!
Assim tudo seria a mais pura verdade escancarada, e eu me entregaria.
Não, não.
Eu aguento mais!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Queria ir para Portugal, e não voltar mais.
Andar pelas ruas de pedras retangulares, cor de cobre. Aquela descida com a mais bela vista, que de tão alto, causa até vertigem. Rir do sotaque sem ser descoberto, ou fazer trocadilhos infames na maior cara de pau, e, se questionado, ser cínico. Respirar outros ares e conhecer outros lugares, outras sombras... Forjar ser da família de alguém, e a matar de felicidade.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Por favor!
Não tente ultrapassar essa barreira: O que é bonito daqui, só é porque está aqui. Não queira chegar tão perto para observar, por favor. Se você vier já não será mais.
Cenas
As cenas se desenham em minha mente, não posso evitar. Ando por aí imaginando que tudo pode ser filme. Vejo os movimentos das câmeras, e isso logo interfere no meu modo de agir. Já estou atuando, sou refém de minha imaginação.
Da realidade extraio tudo que deveria ser de outra maneira, alio com um pouco de imaginação, e às vezes misturo meus sonhos. Tem vez que nem sei o que é sonho e o que é roteiro. Tudo se completa.
Crio mundos, cenários inimagináveis, mas quando tento contar a alguém, não soa como eu imaginei que seria. Há coisas que sãos melhores na forma escrita, já outras...
Vejo meus sonhos andando por aí, e isso já é um tanto estranho demais para explicar.
Da realidade extraio tudo que deveria ser de outra maneira, alio com um pouco de imaginação, e às vezes misturo meus sonhos. Tem vez que nem sei o que é sonho e o que é roteiro. Tudo se completa.
Crio mundos, cenários inimagináveis, mas quando tento contar a alguém, não soa como eu imaginei que seria. Há coisas que sãos melhores na forma escrita, já outras...
Vejo meus sonhos andando por aí, e isso já é um tanto estranho demais para explicar.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Inocência, moedas e esperança.
Um garotinho, cerca de 09 anos chama a atenção por fazer buracos em um campo. Todos o olham sem saber nada, mas não perguntam. Ele não liga para os olhares e segue fazendo uma trilha - como viu uma vez na tevê. Ao fim do campo, volta pelo canto, enche a mão de moedas e vai jogando de buraco em buraco. As pessoas o olham assustadas, elas não entendem.
Hoje é dia 20 de junho.
Hoje já é dia 20 de junho. Eu não me lembro do que aconteceu no dia 20 de junho do ano passado, nem mesmo o que aconteceu dia 20 do mês passado. O que me assusta é que eu não percebi. Aliás, só percebi que hoje é dia 20 quando vi o celular. Tudo passou como sem deixar rastro, ou o rastro seja exatamente essa sensação de vazio. Hoje, na noite de 20 de junho de 2011 estou me sentindo bem. A temperatura está boa, bem diferente da semana passado, e desses tempos todos, o engraçado é que eu só lembro do frio. Estão falando de um tal feriado, nunca sei quando é, e do que é. Não me apego às datas. Elas nem me deixam estudá-las, quando vejo, já foi. Alguns projetos estão andando, há muita coisa a ser ajustada, mas é sempre assim. Meu cabelo está médio - como se alguma vez não estivesse -, minha barba poderia estar maior... Hoje estou afastado da minha amiga que esses dias disse que me amava, não de propósito, mas isso parece ser uma roda. Em compensação - ou exatamente por isso - estou mais próximo do meu outro amigo, que a propósito não é tão apegado a ela... E por aí vai. É o que posso dizer sobre o tempo do agora.
sábado, 18 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Música.
Em quinze dias minha vida mudou mais que em 3 anos. Foram as semanas mais intensas de todas. Intensidade que vem a tona nos primeiros acordes daquela música. Sinto um arrepio que começa nas costas e vai até minha cabeça - onde já não tem controle. Por segundos, fragmentos daquela época tomam de assalto minha mente, e se repetem, uma, duas... Me lembro de pequenos detalhes. Coisas que parecem insignificantes mas que me marcaram. Pois é sempre assim: Nos lembramos dos detalhes para que as cenas se tornem perfeitas imagens. Imagens distantes que com o tempo tratamos de emoldurá-las. Lembro-me de fechar a porta depois de você, de encostar a cadeira, de como estava quente aquela manhã... E depois, de ir para lugares sozinhos ouvindo músicas e te ver em todos os lugares vazios do trem. Quando não, imaginar que você possa entrar a qualquer estação. A sua presença iminente me atordoava.
...
...
domingo, 5 de junho de 2011
Só tenho o que escrevo.
Toda a minha arte é incerta. Não há nada concreto. Só tenho o que escrevo. Das milhares vontades de fazer algo notável; de iluminar, a única que de fato vive é esta! Que é instantânea; que não precisa de mais nada, apenas matéria prima, que é o que vivo. Ainda meio que em esboço, como ensaio. Mas será assim eternamente e, tudo bem.
sábado, 4 de junho de 2011
Elementar, meu caro Watson.
O amor é... Utópico. Simples!
Ponto final na discussão mais extensa de todos.
Ponto final na discussão mais extensa de todos.
Caverna.
Meus pés estão gelados. Há vento lá fora e um pensamento perpetuado aqui. Minhas anotações são quase diárias. Estou preso nessa caverna. Já andei tanto e ainda nenhum sinal de luz. Tenho que ir encurvado, já que sou maior que esse buraco. Queria saber qual é a melhor estratégia de escape. Me veio a mente uma pessoa que eu admiro. Queria saber o que ele faria. Ou se pode pelo menos me nortear. Já que terei tempo, penso como é belo admirar alguém, e como difícil isso é. Suas atitudes são sempre as mais corretas. Sua desenvoltura sobre qualquer assunto... Não perde a postura nunca! Queria ser, de fato, seu amigo. Transpor essa barreira de admirado e admirador, mas sempre meço minhas palavras diante dele. Tenho medo de dizer asneiras. É, por mais que eu queira pedir conselhos, um lado meu diz não. Meu orgulho insiste que não se pode se mostrar fraco diante dele. E assim eu continuo, sem muita coragem para pedir ajuda, com muita vontade de sair, e sem acreditar que ainda estou aqui.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
(!)
As músicas voltam a alegrar. Me apresentaram uma gama maior. O vento ainda bate, e agora não é gelado, pelo contrário, ele me esquenta. Trás boas novas. Existe uma vontade de dançar.
Aumente, até o talo
Jogue suas roupas pelo corredor
Você tem pouco mais de três minutos para enlouquecer
Sem sincronismo!
Relaxa!
Movimentos impensados
A letra não importa
Dessa vez se atura coisas bobas
Apenas sinta!
Aumente, até o talo
Jogue suas roupas pelo corredor
Você tem pouco mais de três minutos para enlouquecer
Sem sincronismo!
Relaxa!
Movimentos impensados
A letra não importa
Dessa vez se atura coisas bobas
Apenas sinta!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Acumulado.
Eu entro e saio de mundos. É o que faço. Fico por aí. Quando o meu já está sem graça eu trago alguém.pra cá. Como aquela bicicleta nova, mostro para alguns selecionados. E talvez eu não perceba como isso possa ser prejudicial. Só penso no momento. É como acho que muitas coisas deveriam ser. Hoje, amanhã e depois... Parece que é uma coisa só. Estou sempre aqui escrevendo e me enganando, achando que colocar no papel ameniza. Só não acho justo. Quer saber? Se eu me arrependo? Não há um dia que eu não pense nisso. Mas toda a humanidade já se arrependeu de alguma coisa. Então, não estou sozinho. Só parece, e como parece. Esperança, é uma palavra que preciso olhar no dicionário, já esqueci o que significa, e apesar de detestar esse tipo de texto, é mais sincero do que a beleza de palavras escolhidas com a máxima precisão. Se eu ao menos... Se, se, se... É um jogo que tenta prever minha vida. Minha extinta liberdade. Não poder - ou tentar - fazer o que gosta é terrível, ainda mais quando se ama ao máximo, e quando não há um plano B. Mas okay, arrumarei oportunidades, o que me deixa indignado é que eu posso perder o melhor momento... Quando penso fico enfurecido, sobretudo comigo mesmo, por ter sido tão burro. Até as músicas que eu passava horas ouvindo já não suporto mais. As músicas cortam sem dó. Elas penetram sem te pedir licença e causam estragos. Tenho que ficar mais atento. Meus lugares já não são mais meus - quando se fica muito tempo sem frequentá-los você perde a posse. São como as pessoas. O pior é não poder tentar novamente, não há mais como. Se não for por quem quer que seja, por mim. Eu não consigo, me saboto toda hora, em todas os âmbitos. É difícil, apagar ou apenas lidar com isso. Parece que o carro não sai do lugar e ainda por cima não pode ser guinchado. E a estrada é tão longa, como farei? Tenho tão pouco tempo, tanto para errar - é, se não fosse esse. Não é justo. O que faz volta, e o que fiz para merecer isso? De repente já passou do momento de pensar dessa maneira, mas é quase impossível. É um circulo! Isso assusta, sempre volto, nunca ando. Nesse quarteirão eu já estou há tanto tempo. Conheço todas as casas. Sei das cores e das fachadas de cor, e ainda por cima não sei como passar para o próximo. Como se não bastasse tudo o que penso que fiz, me vem ainda o que eu não fiz. Outras situações, outros ambientes, outras músicas, outras dores. O que foi e ainda insiste em ser. Me cobra pelo meu sumiço, me cobra pelas promessas nunca cumpridas... Pelo cativar! E o que será da raposa agora? E é pior pensar que em algumas partes tens razão. Em todas as outras não há minha voz explicando como de fato ocorreu, motivos. Me cobram o frio que sentem após andar sem roupa pela rua. No momento da loucura tudo parecia lindo, mas agora o que será feito? Quer saber? Eu não sei. Não pensei nada além daquele momento. Entenda que somos imortais um para o outro. Eu prefiro lembrar do corpo ainda quente, do que te explicar como se proteger do frio. Não tenho respostas para todas as suas questões, talvez eu não possa te ajudar a chegar a elas. Quem sabe isso não valha a pena. De repente nem existe respostas. Eu te puxei, levei para minha vida, e agora você fica na rua, deve ver dessa maneira. Talvez eu tenha sido egoísta querendo apenas melhorar meus momentos. Não que isso seja de todo verdadeiro. Falta a parte que quis te mostrar coisas que normalmente ninguém vê. Um pedaço do meu mundo é assim. Pensei que seria divertido, e fui inconseqüente. A flor não pode ser dada mais do que algumas vezes, por mais belo que pareça o ato, ela já estará morta. Não que você não visse a poesia, eu só queria ter o prazer de te mostrar. E quem sabe você pudesse ver como eu vejo. Talvez isso tudo não passe de uma busca. Uma busca por alguém que possa ver, ouvir, sentir... como eu.
Estrutura.
Vá! Siga e veja. As ruas não são mais brilhantes, as cores se acabaram. E você deve considerar a possibilidade de não haver mais pássaros. Restou apenas à estrutura em ruínas. O vento bate com força, mas ela resiste.
Depois de um tempo a redescobriram em meio ao entulho. Quiseram pintá-la, mas a cor não lhe agrada mais... Quiseram tirá-la dali, em vão. Já não pertence mais a este mundo.
Sua unica preocupação é dar sombra.
Depois de um tempo a redescobriram em meio ao entulho. Quiseram pintá-la, mas a cor não lhe agrada mais... Quiseram tirá-la dali, em vão. Já não pertence mais a este mundo.
Sua unica preocupação é dar sombra.
.
Meus poemas são apenas palavras. Minha dor, manchas no papel. Meu choro, teatro. Meu desenho todo preto, apenas falta de outras cores.
Eu abdico!
Não vejo as coisas como via antes. Sim, foi mais fundo que se podia imaginar. Agora abro mão de tudo isso, por um bem maior. As músicas apenas me inspirarão. Converterei emoção em arte. Posso até sentir o que vejo, mas nunca me colocarei no lugar. Não espero, não quero, e não acredito mais. Se era o que queria? Não. Mas assim será. Ninguém vai entender, e nem espero. Apenas serei sincero comigo mesmo. Darão outros nomes a isso, me insultarão, mas me manterei firme, e em silêncio. Ao futuro peço que culpe o passado. Eu abdico!
domingo, 29 de maio de 2011
Ditador!
Ele sempre está à minha frente. É como um jogo: ele dita as regras! Quando devo fazer isso, quando devo fazer aquilo, quando como e quando durmo. E ainda guarda tudo o que fiz, e como se não bastasse, me reserva surpresas. Tudo bem que me ajuda às vezes... Mas não passa de um ditador! Agora mesmo, já não posso mais falar... Acabou de ditar uma regra - a última do dia.
Já é hora de dormir.
Já é hora de dormir.
O rio não é mais o mesmo.
Não se aproxime meu bem. Deixe na memória a parte boa. O depois é sempre chato. Vamos lembrar das loucuras, é mais poético. Pular sem roupa de uma cachoeira gelada pode ser lindo, então não pense no frio que passaremos depois.
Ao me ver na rua comporte-se como um desconhecido, pois isso agora é a mais pura verdade! Não nos conhecemos mais. Eu mudei, você mudou, o rio não é mais o mesmo.
Não me tire a chance de te apresentar um novo eu.
Ao me ver na rua comporte-se como um desconhecido, pois isso agora é a mais pura verdade! Não nos conhecemos mais. Eu mudei, você mudou, o rio não é mais o mesmo.
Não me tire a chance de te apresentar um novo eu.
Soberano.
Quando escrevo o mundo se torna maior. As coisas banais não tem importância. Sou apenas eu e o desconhecido, mas agora sem medo. Conheço meus anseios quando atravessam a fronteira da mente para o real. Aí percebo como eram, sua forma e seu poder. É semelhante o que sinto quando vou dormir: Deito e estou sozinho com minhas dúvidas e pensamentos aflitos, alguns sorrisos de lembranças boas, e a sensação que neste momento sou soberano. Posso ser o que quiser, sem vergonha. Posso imaginar como as coisas poderiam - e deveriam - ser. Sou eu o dono desse, como posso denominar, não, não irei.
Tempo vá com calma...
...Não acompanho seu ritmo.
Parece que eu acordei de um coma.
Tudo está diferente.
As coisas mudaram e eu não percebi!
Onde eu estava?
Alguém pode me dizer?
Aqui tenho certeza que não, mas onde então?
Tudo está quebrado
As músicas cortam como navalha
Falta algo.
Onde está minha memória?
Falta um pedaço
O senhor pode me dizer?
Não tenha medo, são só perguntas.
A cidade é a mesma.
As ruas me levam para lá.
A porta continua fechada, e o vidro continua quebrado
Você não se importa?
Estou me sentindo como alguém que volta para seu país depois de anos.
É difícil não se sentir mais em casa.
Tempo vá com calma
Não te acompanho mais.
Parece que eu acordei de um coma.
Tudo está diferente.
As coisas mudaram e eu não percebi!
Onde eu estava?
Alguém pode me dizer?
Aqui tenho certeza que não, mas onde então?
Tudo está quebrado
As músicas cortam como navalha
Falta algo.
Onde está minha memória?
Falta um pedaço
O senhor pode me dizer?
Não tenha medo, são só perguntas.
A cidade é a mesma.
As ruas me levam para lá.
A porta continua fechada, e o vidro continua quebrado
Você não se importa?
Estou me sentindo como alguém que volta para seu país depois de anos.
É difícil não se sentir mais em casa.
Tempo vá com calma
Não te acompanho mais.
Jogo rápido.
Na dor somos todos iguais.
O tempo anda muito depressa que é quase injusto. Os momentos bons duram só o tempo necessário para nos iludir... Para que a esperança brote lá dentro; e as raízes são profundas. Sempre são! Como se não bastasse, as músicas nos perturbam. Já não há mais música bonita. Todas cortam.
Posso andar pela mesma cidade, pelo mesmo caminho. As paredes continuarão pichadas, e as fachadas sujas; os ônibus continuarão cheios, o metrô sempre será o momento mais reflexivo. E quando estou mais disperso, um aroma vem e por segundos tenho aquela cena novamente. Os detalhes: as cores, os sorrisos, as intenções... Mas agora eu só posso olhar e assistir de camarote; meus erros.
O tempo anda muito depressa que é quase injusto. Os momentos bons duram só o tempo necessário para nos iludir... Para que a esperança brote lá dentro; e as raízes são profundas. Sempre são! Como se não bastasse, as músicas nos perturbam. Já não há mais música bonita. Todas cortam.
Posso andar pela mesma cidade, pelo mesmo caminho. As paredes continuarão pichadas, e as fachadas sujas; os ônibus continuarão cheios, o metrô sempre será o momento mais reflexivo. E quando estou mais disperso, um aroma vem e por segundos tenho aquela cena novamente. Os detalhes: as cores, os sorrisos, as intenções... Mas agora eu só posso olhar e assistir de camarote; meus erros.
domingo, 22 de maio de 2011
Sabes.
Eu escrevo todo hora, é só sentar que sai. Se me perguntas como está o dia, lhe entrego mil palavras dizendo todos os detalhe. Começo dizendo como estava o aroma no caminho, até a parte da expectativa em sentar pra conversar contigo, e quando converso não digo nem metade do que passa aqui.
E se mesmo assim insiste, é porque sabes da metade do todo que eu não digo.
E se mesmo assim insiste, é porque sabes da metade do todo que eu não digo.
sábado, 21 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Na janela.
Veja, estão chamando todos lá fora. Parece que é festa. Vem logo! Não perca esses detalhes, é música para os olhos. Quantas cores! Eu vejo um menino de pijama azul bebê, ele é o mais livre... Olha como ele pula, parece não ter joelhos normais. Ele está tentando chamar a atenção da garota de amarelo que está fazendo bolhas de sabão, mas elas estão subindo muito, que o garoto não consegue pegá-las. Ele acha que se pegá-las lá no alto, se subir mais que todos, ela poderá gostar dele. Como se ninguém soubesse que quando ele não está olhando ela sorri em sua direção. É só questão de pegar no flagra o sorriso mais inocente, lindo de todos. Você está perdendo! Vem, depois você arruma isso aí. Daqui a pouco acaba. Eu queria participar, mas eu escolhi ficar aqui, agora tenho que aceitar. Mas você pode, então vá. Aproveite! Olhe esse senhor tocando saxofone. Nossa, como ele tem fôlego. Garanto que faz caminhada toda manhã com a dona Jaci, falando nela, ela está distribuição o bolo de cenora. Ah, que vontade! Quando eu ia na casa dela pegar pipa, ela sempre perguntava se eu queria um bolindo... Bons tempos, mas ainda são. E talvez sempre haverá de ser. A lá, o garoto percebeu o sorriso da menina, ah bem na hora. Agora quero ver ela dizer para as amigas, que não. Ahan, sempre soube. A bicicleta vermelha está com o pneu murcho, assim vai estragar a câmera de ar... Aiii Eita bolada que o senhor tomou. Também, vai passar bem na hora do pelezinho chutar. A hora do "melê" é crítica. Três dentro três fora e com próximo. Mas não adianta ficar nervoso, a culpa foi sua! Por que não pulou e deu uma ponte a-lá goleiro da seleção. Da janela do sobrado da frente estão jogando papelzinhos molhados. Os garotos do futebol são o alvo hahaha. Na cabeça, que boa mira. E o bolo ainda não acabou, corre! O que você tanto faz aí? Mais pessoas chegaram para o ensaio, olha só, já temos o trompete, aquele negócio grande de filme americano... Sabe que os nerds tocam, então. Vem cá que você vê. Temos também o bumbo, gaita... Esse ano a escola da vila vai arrasar em fevereiro. Quero ver! Que elegância. Ah, é a mulher da rua de cima, sabe aquela que o Pedro queria conhecer lá na quadra, então, ela toda linda e cheirosa eu imagino. Calma, foi só um modo de ver as coisas. É claro que eu prefiro você! É companheiro tem que agradar... E você não veio ainda, o que tanto faz aí? Deixa eu ver. Pra mim? Ah, que lindo!
Assinar:
Postagens (Atom)

