quarta-feira, 29 de junho de 2011

Queria ir para Portugal, e não voltar mais.

Andar pelas ruas de pedras retangulares, cor de cobre. Aquela descida com a mais bela vista, que de tão alto, causa até vertigem. Rir do sotaque sem ser descoberto, ou fazer trocadilhos infames na maior cara de pau, e, se questionado, ser cínico. Respirar outros ares e conhecer outros lugares, outras sombras... Forjar ser da família de alguém, e a matar de felicidade.

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