segunda-feira, 30 de maio de 2011
Eu abdico!
Não vejo as coisas como via antes. Sim, foi mais fundo que se podia imaginar. Agora abro mão de tudo isso, por um bem maior. As músicas apenas me inspirarão. Converterei emoção em arte. Posso até sentir o que vejo, mas nunca me colocarei no lugar. Não espero, não quero, e não acredito mais. Se era o que queria? Não. Mas assim será. Ninguém vai entender, e nem espero. Apenas serei sincero comigo mesmo. Darão outros nomes a isso, me insultarão, mas me manterei firme, e em silêncio. Ao futuro peço que culpe o passado. Eu abdico!
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