domingo, 14 de agosto de 2011

Andar sem destino pela cidade; rolar na grama sem vaidade.

Vontade de

Talvez eu vá, lembre e relembre
Caia e levante
E antes de escurecer
Volte para os mesmos buracos sem fim
Aliás, está frio e estou vulnerável
Preciso do calor, do abafado, do alado
De sentir, rir, sorrir!

sábado, 13 de agosto de 2011

Simplicidade.

Me perco entre as curvas de um lugar que nunca fora visitado. As cores reinam nas fachadas e à vontade de olhar uma a uma, impera. Viajo na velocidade permitida pelas leis do homem, e tento não perder nenhum detalhe. Desconheço tudo e, ao mesmo tempo, me sinto em casa, completamente à vontade! Ah, aquele bem estar! Os rostos não tem cadastro em meu banco de memória, mas agora precisarei de mais espaço. Os sorrisos, adoráveis surpresas! Tento me acostumar ao barulho das gargalhadas, que são constantes. Assumo outras vontades e me enquadro em horários não habituais. Me sinto fora de mim, e isto me faz bem! E mesmo tendo aprendido coisas novas, posso dizer com a mais perfeita lisura: o que mais me chamou a atenção foi a simplicidade!