Ele sempre está à minha frente. É como um jogo: ele dita as regras! Quando devo fazer isso, quando devo fazer aquilo, quando como e quando durmo. E ainda guarda tudo o que fiz, e como se não bastasse, me reserva surpresas. Tudo bem que me ajuda às vezes... Mas não passa de um ditador! Agora mesmo, já não posso mais falar... Acabou de ditar uma regra - a última do dia.
Já é hora de dormir.
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