sábado, 13 de agosto de 2011

Simplicidade.

Me perco entre as curvas de um lugar que nunca fora visitado. As cores reinam nas fachadas e à vontade de olhar uma a uma, impera. Viajo na velocidade permitida pelas leis do homem, e tento não perder nenhum detalhe. Desconheço tudo e, ao mesmo tempo, me sinto em casa, completamente à vontade! Ah, aquele bem estar! Os rostos não tem cadastro em meu banco de memória, mas agora precisarei de mais espaço. Os sorrisos, adoráveis surpresas! Tento me acostumar ao barulho das gargalhadas, que são constantes. Assumo outras vontades e me enquadro em horários não habituais. Me sinto fora de mim, e isto me faz bem! E mesmo tendo aprendido coisas novas, posso dizer com a mais perfeita lisura: o que mais me chamou a atenção foi a simplicidade!


Um comentário:

  1. A luz está apagada. A música começa e estou olhando para o teto, para o branco, e assim, infinito teto - posso desenhar o que quiser? Não acredito mais. As lágrimas desenham meu rosto obedecendo a lei da gravidade, e eu espero...

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